Morre ilustre casado com iporaense e que muito fez por Iporá

30/04/2013

Saulo Ramos teve sua morte noticiada pela imprensa brasileira nesta semana. Sem que muitos saibam, ele contribuiu enormemente com a cidade de Iporá. O que ele teve a ver com a cidade foi o fato de ter sido casado com uma iporaense: Eunice Santinha Pereira Ramos. Ela é de família tradicional em Iporá, filha de Miguel Luzia.

Saulo Ramos  foi ministro da Justiça no governo de José Sarney. Foi também consultor geral da República. Defendeu direitos iguais para filhos que nasceram fora do casamento. Em 1992, conduziu a ação que levou à cassação dos direitos políticos de Fernando Collor. Escritor, Saulo Ramos lançou o livro de memórias,  "Código da  Vida”. O ex-presidente Sarney falou da personalidade do amigo. “Um dos maiores brasileiros do nosso tempo e talvez uma das mais fulgurantes inteligências do nosso país".
Quem teve amizade com Saulo Ramos foi José Antônio da Silva Sobrinho, ex-prefeito e ex-deputado. Ele relata que em várias ocasiões esse influente homem na República ajudou Iporá a destravar a burocracia de documentos que resultariam em recursos para obras nesta cidade. Uma das ações dele, ainda na década de 80, foi resolver para Iporá pendências que resultaram na liberação dos recursos federais que permitiram a construção das galerias pluviais na cidade. Outras interferências dele contaram a favor da cidade da sua esposa. 
Saulo Ramos foi enterrado nesta segunda-feira (29), em Brodowski, no interior de São Paulo. Ele tinha 83 anos e morreu no domingo, em decorrência de problemas cardíacos.
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