Direito na UEG é possível. Mas não será fácil. Iniciada a luta

03/10/2013
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Da reunião da tarde desta quinta-feira, 3, na UEG de Iporá, para falar sobre a possibilidade de implantação de um curso de Direito na unidade local, todos os presentes saíram com a impressão de que a conquista pode ser possível, mas é preciso de muita união e apoio político, a fim de superar as dificuldades que a Universidade tem até para manter em bom funcionamento os cursos que já existem.


Na Reitoria da UEG há a intenção de que exista em alguma das Unidades um curso de Direito. Onde será? Começam movimentações. O exemplo de união em Iporá quando da luta pelo IF Goiano mostra que pode isso pode ser possível. A reunião desta quinta-feira foi muito representativa. Marilda Lima, diretora da Unidade, recebeu o vice-prefeito Adeilton Ferreira, oito vereadores (Paulo Alves, Eder Manoel, Rodrigo Marques, Valdomiro Alves, Suélio Gomes, Cleudes Alves, Chico Paulo e Aurélio), o subsecretário de educação, Jerônimo Brito; Henrique Paixão, diretor da AGEL; representantes da OAB (Antônio Florisvaldo e Mahmud Sara), professores da UEG, incluindo coordenadores de cursos, além de lideranças da comunidade.


Criado um Grupo de Trabalho


Na reunião foi criado um Grupo de Trabalho para passar a atuar nesta luta pelo curso de Direito em Iporá, na UEG. Todos que estavam presentes aceitaram fazer parte do Grupo, o qual ainda não tem uma liderança. As falas na reunião não pouparam críticas à UEG sobre precariedades que existem na instituição. O curso de Direito vai exigir a superação de dificuldades. Há problema estrutural, falta de espaço físico e até uma deficiência na rede elétrica que abastece o prédio.


Marilda Lima, diretora da UEG de Iporá, em conversa com a reportagem do OG, disse que a luta é válida e possível de ser concretizada, desde que se crie as condições para tal, o que viabiliza-se plenamente com união e apoios de todos os lados. Na reunião, a diretora disse que alguns dos professores que já existem na UEG estão qualificados para serem aproveitados no curso de Direito.


Henrique Paixão, diretor da AGEL e que reunião era um representante do Governo, mostrou-se disposto fazer as suas articulações. O vereador Rodrigo Marques fez uma fala entusiasmada em torno da meta em discussão. Paulo Alves, também vereador, lembrou para esta reportagem que o Grupo de Trabalho fará um contato com Danúzia Arantes, da coordenação da UEG, passo importante para mostrar à Reitoria o interesse de Iporá pelo curso de Direito. Outras reuniões serão feitas. Entre todos há a convicção de que não se obterá frutos a curto prazo, afinal, o Vestibular que seleciona acadêmicos para 2014 já está em curso.

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1 comentário

  • Carlos Eduardo Pereira 04/10/2013

    Como foi dito na reportagem, é um processo longo, e só se concretizará com ajuda do governo, que fará de tudo para ganhar votos, só que o povo não pode deixar que fatos isolados como este apaguem tudo que foi feito no mandato do governo atual. É claro que não seria disponibilizado para o vestibular do ano que vem, não passará de promessas políticas. É uma realidade muito distante para a UEG daqui de Iporá, já que foi falado pela diretora que a estrutura não é suficiente, só a força de vontade não fará com que este sonho se realize. Acho que deveriam pensar em estruturar e reforçar os cursos que tem aqui que estão acabando.... Quem pensa em fazer direito pode procurar outra faculdade pois aqui em Iporá duvido que venha a ter...

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