Sindicalizados em reunião se preocupam com dívida apresentada por Amarildo Martins

09/09/2013
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Quase 30 pessoas, entre sindicalizados e agentes políticos, se reuniram no dia 5 passado com uma preocupação sobre a situação financeira do Sindicato Rural de Iporá, Diorama e Israelândia. Sindicalizados procuraram líderes políticos para manifestar a preocupação com os rumos da entidade depois da 28ª. Expoipo, evento que fechou com um saldo negativo de mais de 700 mil reais.


Os políticos que foram procurados pelos produtores sindicalizados foram Wenio Pirulito, Cleudes Alves, Joaquim Leite, Cleudes Borges (Tetê) e Naçoitan Leite do qual foi solicitada a sua residência para a reunião. Compareceu também, a pedido dos sindicalizados, o prefeito Danilo Gleic Alves dos Santos. Estavam na reunião os seguintes produtores sindicalizados: Durguimar, Angelo Macedo, Mahumud Sara, Alex Calil, Branco da Agrovida, Deivinho Vilela, João Batista Alves, Idelfonso, Vadjan Terêncio, Aberlardo Júnior, Beto L & L, Zigomar da Silva Martins, Uander Alves Rosa, Sávio Gomes, Corival de Souza Vieira e João Benedito (presidente da Amog).


Nesta reunião ficou decidido que haverá uma investigação a respeito desta atual situação financeira do Sindicato Rural. Como o presidente atual apresentou uma dívida superior a 700 mil reais da entidade para com ele próprio, por meio de sua empresa Renascer Agronegócio, os produtores temem que isso venha, no futuro, a inviabilizar o funcionamento do Sindicato Rural. E como o senhor Amarildo lavrou em ata da diretoria que essa dívida tem um vencimento para dezembro de 2013, a preocupação dos sindicalizados é de saber se, de fato, o montante de dívida é esse, se de fato está tudo documentado e se a decisão de contrair dívida para realização de shows foi feita de comum consenso entre presidente e diretoria. Ou seja, a preocupação dos membros da entidade é saber se houve entendimento anterior para a autorização destas despesas. Por fim, em reunião, os sindicalizados decidiram lutar em defesa do patrimônio da entidade, tendo em vista que em gestões anteriores nunca foi vivida uma situação de nem 20% igual a esta. E o que dizem os que se reuniram na quinta-feira passada e que relataram ao Oeste Goiano. Os produtores temem que o atual presidente possa apropriar-se de patrimônio do Sindicato (parque e sede) em função de dívida contraída por ele mesmo. Haverá outras reuniões para decidir o que fazer sobre essa questão. De imediato, já será solicitada documentação do Sindicato sobre a dívida. Os que participaram da reunião dizem que são amparados pela Federação da Agricultura do Estado de Goiás (FAEG) na forma de agir para assegurar os direitos da entidade.


A reportagem contactou o senhor Amarildo Martins sobre o assunto, a fim de que ele se manifestasse. Ele está no Tocantins. Disse que, na semana que vem estará em Iporá e falará com o Oeste Goiano sobre este assunto e sobre o planejamento que está sendo feito para a distribuição dos cereais conseguidos durante a 28ª. Expoipo.

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*As manifestações de internautas não representam a opinião deste jornal e são de responsabilidade de quem as emitiu.

2 comentários

  • Baltazar Gonçalves da Silva 10/09/2013

    Vixe!!...barraco armado...rsrs
  • Lázaro Faleiro Faleiro Miranda 10/09/2013

    Amigo Valdeci Marques ; O verbo HAVER, significando "existir" é impessoal, em qualquer tempo; portanto: "Haverá reuniões" e jamais "haverão reuniões". Você que escreve tão bem, esforce-se para corrigir tal erro que você já entronizou em sua cabeça. O correto é: "Há reuniões, haja reuniões, haverá reuniões, haveria reuniões..." e assim por diante.

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