Ambiente no aterro ainda é de lixão, mau cheiro e urubus

14/11/2019
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A reportagem do OG visitou na sexta-feira, 8 de novembro, o aterro sanitário de Iporá que, desde muito tempo já é chamado de lixão.


Por lá, o ambiente é de muitos montes de lixo, mau cheiro e urubus. Tem também sinal de fogo, com fumaça que, em outra época, moradores dos arredores reclamaram, afirmando ser um mal tóxico que adentra residências.


O aterro está longe de ser a forma ecologicamente correta de receber os resíduos. Teria que haver valas para soterramento. No entanto, os caminhões da Prefeitura vão ali fazendo montes de lixo em toda aquela área.


O que deu para perceber de melhor foi a presença da ATREC (Associação dos Trabalhadores em Reciclagem de Iporá). Os membros desta associação estão a circular pelo lixão juntando material reciclável, principalmente, garrafas pet. Dá pra se ver muitos sacos no local, todos cheios de material para reciclagem.


A reportagem do OG falou com o Alexandre Teixeira Lopes, que na Prefeitura de Iporá cuida da área ambiental. Ele coloca sua esperança quanto a destinação de lixo na criação de um consórcio intermunicipal, com participação de seis cidades (Iporá e circunvizinhas) que terão um lugar comum para destinar o lixo. Segundo ele, seguidas reuniões estão sendo feitas para desenvolver este projeto, inclusive, com cada município, através de suas câmaras municipais, votando as leis que permitirão a união das prefeituras em torno dessa ação em conjunto. Mas esse “aterro coletivo” será uma realização demorada. Enquanto isso, acumula-se lixo ao ponto de aterro sanitário se tornar lixão.

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