Consenso entre eleitos e reeleitos fecha acordo para Didi presidir a Câmara

30/12/2016
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Adriano Coutinho, o Didi (PMDB), reeleito mais uma vez vereador, deverá ser o presidente da Câmara de Iporá no ano de 2017. Um consenso foi obtido entre os vereadores da oposição que são maioria de oito, diante de cinco eleitos no grupo de Naçoitan Leite.


Uma reunião desses oito vereadores foi realizada na quinta-feira, em um sítio nas proximidades da Vila Brasília, onde foi selado o entendimento que fará com que a oposição tenha o controle do Poder Legislativo, não só em 2017, mas nos quatro anos subsequentes.


Didi Coutinho, antes desse acordo, chegou a manifestar tendência de apoiar para presidente da Câmara o vereador Suélio Gomes, que é do grupo de situação. Porém, recuou dessa tendência depois dos episódios vergonhosos de corrupção no setor de limpeza da cidade, fato que abalou Iporá, com prisões de 3 pessoas e investigações que prosseguem e podem desencandear outras consequências.


O entendimento do grupo de oposição deixou acertado que, enquanto Didi Coutinho será presidente, Divino Pirigoso (PR) será vice-presidente; Eurides Laurindo (PDT), secretário e Paulo Alves (PT), segundo secretário. Entre os vereadores de oposição está previsto que permanecerão unidos para manter a presidência da Câmara. Nesse grupo, Divino Pirigoso e Eurides Laurindo chegaram a manifestar intenção de presidência. Agora, selam acordo de união, do qual participam também os vereadores Keilo Borges (PHS), Carmo Freitas Campos (PMDB), Marinho da Mata (DEM) e Paulo Maisena (PTC).


Didi Coutinho já foi presidente de Câmara em Iporá, com bom desempenho. Se eleito para mais um ano, ele promete exercer o cargo com probidade, respeito ao Executivo, mas fazendo com que a Câmara seja independente e com papel fiscalizador. Foi o que nos afirmou Didi Coutinho.


Essa disputa de presidência de Câmara acabou se tornando de mais interesse entre os 13 eleitos ou reeleitos, uma vez que como as eleições em Iporá estão sob júdice, pode haver cassação de prefeito eleito. Se isto houver, marca-se novas eleições e, até que estas ocorram, quem assume é quem estiver como presidente da Câmara.

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