MP faz combate à carne clandestina

25/11/2019

Em mais uma operação deflagrada dentro do Programa Goiás Contra a Carne Clandestina, foram apreendidas mais de 3 toneladas de produtos de origem animal impróprios para o consumo no interior do Estado. A operação ocorreu na terça e na quarta-feira (19 e 20/11) na comarca de Niquelândia e no distrito de Colinas do Sul, mobilizando o Ministério Público de Goiás e os órgãos parceiros no projeto.


O balanço da ação aponta a apreensão de 3.244 quilos (kg) de produtos de origem animal irregulares nos locais visitados no município, incluindo pescados, segundo dados da Agrodefesa, e das Vigilâncias Municipal e Estadual. Foram inspecionados, ao todo, 38 estabelecimentos, dos quais 34 tiveram algum tipo de ocorrência. Os produtos apreendidos foram inutilizados e descartados. Os estabelecimentos comerciais que foram fiscalizados poderão apresentar defesa e terão oportunidade para se adequar, continuando a ser monitorados pela fiscalização local.


A ação foi articulada pela Área do Meio Ambiente e Consumidor do Centro de Apoio Operacional do MP-GO, que coordena o programa, em conjunto com a 1ª Promotoria de Justiça de Niquelândia, que tem como titular o promotor Pedro Alves Simões. A iniciativa teve como objetivo combater o abate e a comercialização de produtos de origem animal clandestinos (sem inspeção, sem rotulagem, com prazo de validade vencido, fora dos padrões de higiene, entre outras irregularidades).


Participaram, em conjunto com o MP-GO, órgãos parceiros como os mencionados Agrodefesa e Vigilâncias Sanitárias Estadual e Municipal, além da Superintendência de Polícia Técnico-Científica, Polícia Civil e Polícia Militar.


Uma audiência pública com os proprietários de estabelecimentos que comercializam os produtos de origem animal já foi agendada pela 1ª Promotoria de Niquelândia para o dia 27, às 17 horas, no salão do Tribunal do Júri. O objetivo da reunião é esclarecer sobre os riscos relacionados ao consumo e comercialização da carne clandestina e articular a formalização de um termo de ajustamento de conduta visando à correção de irregularidades. (Texto: Ana Cristina Arruda/Assessoria de Comunicação Social do MP-GO – Fotos: equipe de fiscalização)

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