Opinião

O fracasso do "Sistema S"

Arnon Geraldo Ferreira
14/09/2020


Apartir da criação do decreto Lei n° 1402 de 05 de julho de 1939, ficou instituída a criação da condição da institucionalização das Associações e os Sindicatos, esse ato inicial seria a nova forma de investir no social do associado e não apenas a forma de assegurar direito extras complementares ao salário mensal de cada um.

 

E com isso cria-se a falsa impressão de defesa do coletivo em relação o interesse pessoal e absoluto.

 

Pessoas assumiram a direção dessas instituições dizendo que iriam lutar em prol da classe trabalhadora e deixaram seus trabalhos, para lutar pela causa institucionalizada e travestida, mas ao invés de usarem essas posições e condições em beneficio dos associados e seus familiares, agem como se donos fossem do caixa e todo o seu patrimônio institucional em nome dessa falsa defesa de causa.

 

E isso não é novo, vem de longas datas, mas como a própria palavra de DEUS, estabelece que a queda é precedida pela Soberba e por isso mesmo chama-se sistema s, onde o rico na verdade tira mais do que não tem que são os funcionários da empresas que enquadram nas mais distintas categoria profissional.

 

E a classe política que por sua vez, criou tentáculos dentro dessas instuitições de forma mais sorrateira e camuflada, pois não é hipoteticamente a participação política em suas gestões e ações, mas vejo que seria até melhor de forma direta essa participação política dos políticos sobre os diretores dessas intituições.

 

Partindo para prática dos acontecimentos atuais com essas fábricas de geração de diretos ricos e inescrupulosos que apropriam da receita dos sindicatos que deveriam ir para o emprego de ações voltadas para os associados, como a exemplo do Sindicato do comercio do estado de Goiás que tem um brilhante trabalho de assistência social, saúde e outros benefícios para os associados, mas porém, entretanto quem garante que por traz dos bastidores, isso também acontece, não estou julgando, somente reportando o que de diretores de sindicatos se tornarem verdadeiro tirano.

 

Vejamos dois exemplos. Sindicato do comercio de Época – GO, em meados do ano 2015 – quando almejei voltar pra minha amada Iporá, depois de morar em Goiânia por 30 anos, pra morar, a pedido de pessoas ligada ao sindicato e conhecendo a minha relação com os sindicatos de Goiânia – GO, marcamos várias reuniões com seu presidente e nem chegando aos mesmo nos receber. O resultado prático está aí: o sindicato esta como todos sabem, não preciso dizer.

 

O sindicato dos Contabilistas do Estado de Goiás o qual sou associado e pago pra ser associado e não tenho quase nada que justifique os altos salários dos diretores e bem como de mais alguns integrantes da diretoria, chegando ao absurdo de pessoas receber 3 vezes, chegando a um bagatela mensal de R$ 30.000,00 (Trinta mil reais) entre o custo direto e o indireto. E sem contar que estamos lutado pelo fim deste reinado de muitas realizações mais de muitas falcatrua e desvio de direnheiro ao ponto de aprovar um dotação prestacional de R$ 250.000,00 – disfarçados.

 

Luto há 5 anos depois de voltar para Goiânia, a nossa luta é pela modernização e virtualização das ações sindicais, mas irei integrar o Cargo que ocupo no Comitê Gestor do nosso Programa e o que antes era o foco tornar o secundário e não terá como alterar esta situação, pois o fim está próximo.

Arnon Geraldo Ferreira

Arnon Geraldo Ferreira é Presidente da Associação dos Heveicultores de Iporá e Região, Vice presidente da Associação da Classe Contábil de Goiás, Produtor Rural – Heveicultor (Seringueira), Empresário e consultor em Agronegócio, Graduado em Ciências Contábeis, Pós-graduado em Biodiversidade e Sustentabilidade Ambiental. É Palestrante na área de ITR – Administração - Contabilidade do 3º setor (Igrejas, Associações e Sindicatos) e Ações ambientais.

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